A vida passa calmamente e o IndieLisboa está aí…

(Fotos: Divulgação)

Arranca já dia 1 de maio, Dia do Trabalhador, a edição 2025 do IndieLisboa, certame onde se destaca a retrospectiva dedicada à cineasta búlgara Binka Jeliaskova (A Vida Passa Calmamente; Éramos Jovens; A Piscina), o Foco sobre o Charlie Shackleton, além das habituais secções que compõem a sua programação: Competição Internacional, Nacional e Novíssimos, a Silvestre, Rizoma, Director’s Cut, Boca do Inferno, IndieMusic, Smart7 e a ESFN – European Short Film Network .

É com um toque iraniano, diretamente de Winnipeg, no Canadá, que o realizador Matthew Rankin entrega a sessão de abertura do IndieLisboa. “Universal Language”, uma comédia que deu que falar (e saiu premiada) na Quinzena dos Realizadores de 2024. A encerrar vamos encontrar “um velho conhecido” do festival, o chinês Jia Zhangke e o seu “Caught by Tides“.

Mais de 200 filmes serão exibidos até 11 de maio na 22.ª edição do IndieLisboa, em vários espaços da cidade, como a Culturgest, a Cinemateca, os cinemas São Jorge, Fernando Lopes e Ideal, além da piscina da Penha de França e a Casa do Comum.

Embora já marcada, com alguma controvérsia, pela retirada de dois filmes com produção e/ou realização de Ico Costa, esta edição do Indie conta com variadíssimas estreias nacionais, destacando-se logo à partida filmes como “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro; Ari, de Leonore Serraille; Pai Nosso – Os Últimos Dias de Salazar, de João Filipe Costa; “The Last Showgirl”, de Gia Coppola, “Cloud”, de Kiyoshi Kurosawa; “Hanami”, de Denise Fernandes; The Sparrow In The Chimney”, de Ramon Zürcher; e “On Becoming a Guinea Fowl”, de Rungano Nyoni. O cineasta chinês Wang Bing vai marcar presença em duas das três sessões do festival em torno da sua trilogia “Youth“, na qual acompanha as mesmas personagens nas suas dimensões profissionais e relacionais. 

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