Sinopse
Mais de um milhão de aliados e alemães confrontam-se sobre a paisagem agreste do norte da Europa.
É neste ambiente que um jovem rapaz vai descobri o que há tanto temia…afinal era apenas um vulgo cobarde, incapaz de enfrentar os horrores da guerra. Apavorado, o soldado Charlie Shakespeare assiste ao extermínio dos seus camaradas.
Quando a batalha termina, apenas Shakespeare e um grupo de camaradas sobrevivem e vêm-se perdidos em território inimigo. Refugiados numa trincheira alemã abandonada, o grupo está rodeado por um labirinto claustrofóbico, repleto de túneis onde a morte parece estar a cada esquina. É neste espaço amaldiçoado que o soldado Charlie Shakespere terá de encontrar a coragem para enfrentar os seus medos mais íntimos, para poder sobreviver… a algo que ninguém consegue ver
Elenco
Jamie Bell, Hugo Speer , Laurence Fox, Hugh O’Conor , Andy Serkis , Matthew Rhys ,Dean Lennox Kelly , Kris Marshall ,Hans Mattheson
Realizado por Michael J.Basset
Site Oficial
Trailer
Crítica
A ideia e objectivo que Michael J. Basset tinha para a sua película DeathWatch eram definitivamente conquistadores.
Em plena primeira guerra mundial, um grupo de soldados fica detido numa trincheira. Aí começam a ocorrer factos estranhos que levam os homens, um a um, a matarem-se uns aos outros. Pegar na guerra e juntar sobrenatural é acima de tudo algo muito arriscado. Michael J. Basset sabia disso e tentou juntar ao drama psicológico e físico do combate, um elemento oculto que dizimaria os seus homens. Na verdade, o filme falha quer NO ponto de vista da guerra quer NO terror sobrenatural. Apesar de a espaços estar bem estruturada a linha condutora do desenvolvimento da história, esta nunca deixou de ser mediana e até mesmo parca em conteúdo. O tratamento de cada personagem é sempre limitado e como tal nunca o espectador se integra completamente NO espírito de quem ali está e todas AS tentativas de assustar ou conquistar a plateia são esbatidas numa muralha que teima em não quebrar. AS interpretações também deixam muito a desejar e um filme que poderia em muito surpreender acaba por se “render” demasiado cedo.
De qualquer maneira vale mais que os “Theys” que andam para aí…e tem alguns momentos que verdadeiramente nos põe desconfiados…Pena não ir mais fundo pois o que falta essencialmente é um “polish” às cenas, um melhor aproveitamento. 5/10 Jorge Pereira

