A história é cliché: o super herói Metro Man (voz de Brad Pitt) salva sempre a Metro City e ainda a jornalista Roxanne itchi (Tina Fey) contra as tentativas de domínio do mundo de MegaMind (Will Ferrel), acompanhado do seu amigo de infância Mineon. Metro Man vence sempre mas numa batalha MegaMind acaba por derrotar o herói e conquistar a cidade… Tendo alcançado os seus objectivos rapidamente fica deprimido por não ter um objectivo de vida e não ter companhia. Decide então, como forma de sair da rotina, criar ele próprio um herói, o Titan, que se vem a tornar um rebelde que usa os seus poderes para fazer o que quer.
Pelo meio há alguns gags cómicos, uma história de amor e um final feliz. Mesmo sendo um filme infantil a história não é extraordinária e é até bastante previsível. Aliás, qualquer semelhança com Super Homem não pode ser coincidência e o próprio Metro Man parece saído do filme “Os Incríveis”. Salva-se a relação entre MegaMind e Minion, que potenciam momentos muito divertidos mas tudo o resto não surpreende. E MegaMind a imitar Marlon Brando, embora até essa cena se torne repetitiva.
A nível de 3D também não há grandes novidades, sendo o que se espera num filme deste género. Há alguns momentos interessantes mas, no geral, podia-se passar perfeitamente bem sem o desconforto dos óculos tridimensionais. O filme acaba por não arrancar e não ultrapassamos a barreira do sorriso para a gargalhada.
5/10
O Melhor: MegaMind a imitar Marlon Brando
O Pior: a previsibilidade e o facto das personagens serem todas parecidas com personagens de outros filmes.
A Base: Um vilão de coração mole derrota o seu arqui-inimigo para perceber que, sem ele, nada faz sentido.

