
David Fincher estreou-se na realização nos anos 90 com “Alien 3“. Veio a tornar-se um realizador de culto com o thriller “Seven” (cuja estética sempre foi usada como referência na altura de adaptar ao cinema os livros de Stieg Larsson). Seguiram-se os sucessos “The Game” e “Fight Club“.
Os anos 00 correram-lhe pior, com muitos projectos não concretizados, e dois filmes mal sucedidos no box office. O mediocre “Panic Room” e o brilhante “Zodiac“. Foi nomeado para o Óscar de Melhor Realizador o ano passado por “The Curious Case of Benjamin Button“.
Este ano ainda vamos ver o seu novo filme, “The Social Network” baseado da vida de Mark Zuckerberg, criador do Facebook.
Este novo filme é baseado na primeira obra do polémico Stieg Larsson – um autor sueco que morreu em 2004 e que não chegou a ver nenhum dos seus livros ser publicado e conquistar o mundo. Para além de “Os Homens que odeiam as mulheres” (“Os Homens que Odeiam Mulheres”) de 2005, a trilogia “Millennium” conta também com “A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo ” e “A Rainha no Palácio das Correntes de Ar”.
No livro seguimos Mikael Blomkvist, jornalista e editor da revista Millenium. Caído em desgraça após ter sido condenado pelo tribunal a cumprir uma pena de prisão por uma reportagem sobre um grande nome da economia sueca, Hans-Erik Wennerström, “Super Blomkvist” decide aceitar a proposta de um homem – Henrik Vanger – e procurar a sobrinha (Harriet) desaparecida há 40 anos. É nessa busca entusiasmante que ele se vai cruzar com Lisbeth Salander, uma hacker de renome internacional (conhecida como Vespa) que o vai ajudar nessa busca. O problema é que a procura de uma verdade escondida com mais de 40 anos os vai colocar em situações extremamente complicadas que os poderão conduzir à prisão e até mesmo à morte.
Pode ler a crítica ao filme sueco neste link.

