É, como todos os filmes de Solondz, um mescla de várias histórias centradas em relações, temperada com um humor muito característico, do que provoca mais algum desconforto do que o riso.
Neste caso, o foco cai sobre o esquecimento e o perdão, a forma como as personagens lidam com o passado. Há vários diálogos que se focam exactamente nessa dualidade, enquanto as pessoas envolvidas tentam decidir qual a melhor maneira de estar na vida. Infelizmente, ao contrário de “Happiness”, a forma como o tema é abordado é muito pouco subtil: uma conferência dedicada ao tema conseguiria não ser tão directa, sendo, no entanto, embora o discutisse de forma mais construída. Torna-se quase como ouvir um sermão de um padre indeciso quanto à moral que quer passar ou como levar com um martelo na cabeça durante hora e meia.
O Pior: A falta de leveza e subtileza.

