Festival des Champs-Élysées: “L’Énergie positive des Dieux” e “Au cœur du bois” triunfam

(Fotos: Divulgação)

O cinema está mais vivo do que nunca!”, disse Sophie Dulac, criadora do Festival dos Campos Elísios (Festival des Champs-Élysées), o qual culminou a sua 10ª edição com a atribuição de vários prémios.

O júri das longas-metragens, presidido por Thomas Lilti, decidiu atribuir um prémio conjunto a duas longas-metragens francesas: “L’Énergie positive des Dieux” de Laetitia Møller (também vencedora do Prémio da Crítica) e “Au cœur du bois” de Claus Drexel.

Já o prémio de melhor filme independente americano foi para “Cusp“, de Isabel Bethencourt e Parker Hill, com menção especial para “Cryptozoo“, de Dash Shaw.

Nana Mensah (Queen of Glory, que também recebeu o Prémio da Crítica) e Anaïs Volpé (Entre les vagues) receberam distinções pela realização.

Nas curtas-metragens, o júri distinguiu “There’s a prison on fire in the forest“, de JLee MacKenzie (competição americana) e “Afrokingdom” de Jérémie Danon (competição francesa).

A noite de encerramento terminou com a exibição de “Rien à foutre“, a primeira longa-metragem de Emmanuel Marre e Julie Lecoustre, com Adèle Exarchopoulos no protagonismo.

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