Orlando Bloom nas pistas de ‘Gran Turismo’

"Gran Turismo" está em exibição nos cinemas

(Fotos: Divulgação)

Duas décadas depois da génese da franquia “Pirates of the Caribbean” e do encerramento da trilogia “The Lord Of The Rings“, Orlando Jonathan Blanchard Bloom volta a subir no pódio das superproduções com “Gran Turismo“.

Aos 46 anos, o eterno Legolas reformou o arco e as flechas do elfo que o consagrou para dar vida ao executivo de marketing desportivo Danny Moore, figura que se baseia em Darren Cox, o fundador da GT Academy. O filme é uma versão de factos reais que envolveram a vida do gamer britânico Jann Mardenborough, um craque de videojogos de corridas que acaba por se tornar um piloto.

No filme realizado pelo sul-africano Neill Blomkamp (District 9“, Danny é o olheiro que aposta no trânsito de ases dos videojogos para as pistas, usando todos os seus conhecimentos para convencer a Nissan a investir numa nova geração de astros do volante.

Esta é uma história sobre sonho e dedicação“, disse Orlando Bloom ao C7nema em Cannes, que sediou uma junket da longa-metragem. “No mundo das corridas, é necessário estarmos além da excelência, para driblarmos o perigo“.

Há 10 anos, o ator esteve em Cannes à frente do filme que encerrou a edição 2013 do festival: o thriller “Zulu“, de Jérôme Salle. “Bela memória“, diz Bloom, ao lembrar da pompa recebida na Croisette no ano em que Steven Spielberg foi o presidente do júri. “Procuro personagens com alma. Sinto que no universo dos carros de ‘Gran Turismo’, Danny é uma figura que tenta demarcar o seu espírito, nas escolhas que faz“.

Experiências nos sets com realizadores como Ridley Scott, Peter Jackson e Wolfgang Peterson afinaram o olhar de Bloom sobre cineastas que têm um olhar crítico sobre a realidade, como é o caso de Neill Blomkamp. Em “Gran Turismo“, o cineasta aposta na discussão sobre responsabilidade na construção de legado.

O que um realizador faz antes dos sets, num esfoço de preparação para construir um mundo particular, delineia a força do filme“, diz Bloom. “O ponto central nesse filme é a construção do código de intimidade e interação entre pessoas que vivem num universo de carros, de máquinas“.

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