Nele assistimos à última esperança dos terráqueos, através de uma nave espacial que leva 60 mil pessoas para Tanis, um planeta a 123 anos luz da Terra, com o objectivo de o colonizar.
O Planeta Terra está sobrelotado e com escassos recursos, por isso é obrigatório continuar a vida noutro local.
Os problemas começam quando o tenente Payton e o Cabo Bower, após acordarem do hiper-sono (uma daquelas invenções típicas em filmes de ficção cientifica), descobrem que a nave onde estão tem um problema e que ‘algo’ estranho ataca os humanos. Pelo meio temos uma doença e humanos que mais parecem sair do mundo pós-apocalipse de ‘Mad Max 3’.
Tal como ‘Case 39’, Alavart começa o filme com algum mistério e terror por estarmos a lidar com o desconhecido. Estamos numa nave, os tripulantes estão com amnésia e há algo aterrorizante a matar tudo o que é humano.
O problema é mais uma vez o que vem a seguir. Quando vemos o que realmente persegue os humanos perdemos interesse na obra, e como os efeitos visuais deixam bastante a desejar, tal como a montagem da obra, o filme arrasta-se por uma verdadeira caça sem grandes sustos. O gore do filme também é banal, e há uma certa colagem dos ‘monstros’ desta obra aos Reavers de ‘Serenity’ e da série ‘Firefly’.
Por isso, ‘Pandorum’ até demonstra ter potencial, alguma ambiência inicial, mas depois cai numa miserável guerra entre humanos e monstros muito mal filmada. Salva-se o último terço e a descoberta final, mas aí já não estamos muito interessados no enredo.
O Melhor: O Início e o fim
O Pior: Os monstros são banais e aquela acelaração da imagem quando estes correm é mais confusa que assustadora
A Base: ‘Pandorum’ até demonstra ter potencial, alguma ambiência inicial, mas depois cai numa miserável guerra entre humanos e monstros muito mal filmada…4/10

