‘The Marc Pease Experience’ por Jorge Pereira

(Fotos: Divulgação)

‘The Marc Pease Experience’ é uma má experiência. Ou antes, entediante.

No filme seguimos um homem ( Jason Schwartzman) que, oito anos depois de ter fugido a meio de uma peça de teatro musical (O Feiticeiro de Oz) em que participava, trabalha agora condutor de limosines e canta numa banda acappela.

Aparentemente nada mudou em Marc Pease. Ele parece que anda no liceu, namora uma jovem bem mais nova (Anna Kendrick), continua a ter o seu rabo de cavalo e sonha ainda gravar o disco da sua banda – que se chama Meridian 8, mas que já só tem quatro elementos.

A sua esperança recai toda em Gribble (Ben Stiller), um encenador teatral que há muito tempo atrás lhe colocou a ideia na cabeça que ele podia ser muito bom como cantor à cappela. A ideia de Marc é assim vender a sua casa para pagar um estúdio, tendo Gribble como seu produtor musical – coisa que este não quer.

Em ‘The Marc Pease Experience’ tinhamos aqui diversos ingredientes e actores interessantes, mas que estranhamente não funcionam num argumento meio bizarro que procura em demasia evocar o ambiente de “Rushmore” – que também tinha Jason Schwartzman no principal papel.

Na verdade, é no meio de bocejos que me vi ao longo desta obra, onde as personagens são desinteressantes, as suas intereções demasiado vistas e o desenrolar da narrativa uma poço de situações sem piada ou chama dramática.

A evitar…2/10

O Melhor: A cena inicial. A partir daí é sempre a descer às profundezas do tédio.

O Pior: O argumento pretende evocar demasiadas vezes “Rushmore” no ambiente.

A Base:É no meio de bocejos que me vi ao longo desta obra, onde as personagens são desinteressantes, as suas intereções demasiado vistas e o desenrolar da narrativa uma poço de situações sem piada ou chama dramática.

Últimas