‘Sorority Row’ por Carla Calheiros

(Fotos: Divulgação)

O maior ponto de interesse em “Sorority Row” é ver o primeiro papel, mais à séria, de Rumer Willis, filha de Bruce Willis e Demi Moore. No filme ela é Ellie, uma das irmãs da fraternidade Theta Pi.

Ao estilo de “Sei o que fizeste no verão passado”, cinco irmãs de uma fraternidade começam a ser atormentadas e mortas por causa de um segredo ligado à morte de uma das suas colegas, depois de uma partida que correu muito mal. Pela descrição do enredo percebemos logo que “Sorority Row” não pisa terrenos novos, e pouco faz por isso. As personagens são inócuas e unidimensionais como é característico deste género; estão ali com uma missão: umas chegam ao fim, e outras não. Típico!

Em termos de interpretações não há ninguém a destacar, mas é sofrível ver Carrie Fisher metida ao barulho num papel minúsculo e inútil. Trata-se da Princesa Leia – haja mais respeito!

Por isso mesmo “Sorority Row” tem o que esperamos dele, miúdas giras, gritos histéricos, sangue, e teenagers a morrer. Não trás nada de novo ao mundo, mas vê-lo também não atenta contra a nossa sanidade. 

 
O Melhor: As “punch lines” de cabra de Jessica.
O Pior: Não foge a nenhum dos clichés do género.

A Base: Tem o que esperamos dele, miúdas giras, gritos histéricos, sangue, e teenagers a morrer… 3/10

 
Carla Calheiros

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