
Com Renée Zellweger no principal papel, ‘Case 39’ segue a actriz como Emily Jenkins, uma mulher que trabalha como assistente social e que achava que já tinha visto de tudo, até ser designada para o misterioso caso de uma atormentada e traumatizada menina de 10 anos, Lilith Sullivan (Jodelle Ferland), que diz que os país a querem mandar para o inferno.
Quando se confirma que os pais desejam matar a jovem, ela é retirada à família, ficando entregue a Emily, que a deseja proteger e ser sua mãe.
Mas Lilith esconde um segredo, ou antes, algo dentro dela.
Quando as pessoas próximas a Emily começam a morrer, esta convence-se que se calhar os pais da criança até podiam ter razão para a querer matar.
‘Case 39’ é o típico filme de terror americano que busca no mal, sem nunca revelar que estamos perante um demónio, que vive no corpo de alguém. Os melhores exemplares deste género foram “The Exorcist”, ‘Fallen’ e de certa maneira ‘Omen’.
O problema é que, tal como a maioria do cinema americano, e recentemente o asiático, ‘Case 39’ fecha-se em clichés, ausências de explicações (o que pode até ser bom) e personagens mais irritantes que assustadoras.
Assim, e apesar de o primeiro acto do filme até nos fazer interessar pelo resto, esta fita fervilha de banalidade, sustos sincronizados e previsíveis e uma história que é previsivel até à sua quinta casa decimal.
Fraco, muito fraco e ainda não é desta que Zellweger regressa ao topo.
O Melhor: O primeiro acto de introdução às personagens
O Pior: As protagonistas são mais irritantes que assustadoras
A Base: Esta fita fervilha de banalidade, sustos sincronizados e previsiveis e uma história que é previsível até à sua quinta casa décimal… 2/10
Jorge Pereira

