Ameaçada e perseguida, Carole Baskin sente-se traída pelos produtores de “Tiger King”

(Fotos: Divulgação)

A série documental Tiger King tem sido uma das “estrelas” do catálogo da Netflix.

O projeto centra-se na figura de Joseph Allen Maldonado-Passage, mais conhecido como Joe Exotic, dono de centenas de animais e proprietário de um jardim zoológico, que mantém uma enorme rivalidade com Carole Baskin, a responsável por um santuário de animais.

Ora, um dos fortes elementos da série é que relançou as suspeitas que Carole Baskin assassinou o seu primeiro marido, Don Lewis.

Baskin, 58 anos, e o seu atual marido, Howard, falaram recentemente com o Tampa Bay Times, revelando algumas das consequências da série, mostrando-se ainda traídos pela produção. Segundo a dupla, quando os cineastas os abordaram, eles acharam que o documentário iria se concentrar no seu trabalho de ativismo, mas a verdade é que o projeto revelou ter uma apresentação tablóide muito próxima dos reality shows, que relança suspeitas sobre Carole.

 

Carole afirma que atualmente teme morar na sua própria casa por causa das ameaças de morte que tem recebido e avisa que vários drones têm sobrevoando a sua propriedade. Além disso, uma câmara revelou pessoas a permanecerem nos portões do seu abrigo animal, mesmo que o estabelecimento tenha sido encerrado devido ao surto de coronavírus.

Não conseguimos descrever a intensidade do sentimento de traição“, disse Howard Baskin ao jornal, enquanto Carole adianta que teve de desligar o telemóvel e que o seu passeio diário de bicicleta para o trabalho tornou-se um risco muito elevado, pois várias pessoas filmam e gritam com ela pelo caminho.

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