Morreu aos 106 anos o maior símbolo do cinema nacional: Manoel de Oliveira. A notícia foi avançada pelo jornal Público e pela TVI, que acrescentaram que o cineasta faleceu em casa vítima de paragem cardíaca.
Com cerca de 80 anos de carreira, Oliveira desempenhou as várias tarefas de ator, produtor, editor, argumentista, diretor de fotografia e, claro está, realizador. É atualmente autor de cerca de 60 filmes (longas e curtas-metragens, documentários e minisséries de televisão) dos quais se destacam clássicos portugueses como Aniki-Bobó ou Amor de Perdição, assim como sucessos internacionais como Francisca, Vale Abraão ou Vou Para Casa.
O Velho do Restelo, curta-metragem que retrata um encontro entre D. Quixote, Luís de Camões, Teixeira de Pascoaes e Camilo Castelo-Branco, foi o seu último trabalho a chegar aos cinemas.
Podem ler um artigo sobre a sua carreira aqui.

