
Depois de diversos países do Médio Oriente (Qatar, Bahrain e Emirados Arábes Unidos) terem anunciado a proibição de exibição do filme Noé, foi a vez do país com a maior maioria muçulmana do mundo, a Indonésia, seguir o mesmo caminho.
Zainut Tauhid Saadi, membro da comissão para a censura, afirmou que a «apresentação de uma figura de um profeta é interdita no Islão» e que o filme irá afetar não só os muçulmanos como os cristão.
Recordamos que para Darren Aronofsky, realizador de Noé, esta polémica religiosa é uma falsa questão e que está mais preocupado se os não-crentes não forem aos cinemas: «Toda a controvérsia está ligada ao desconhecido e ao medo que as pessoas têm em explorar uma história bíblica. Isso tudo desaparecerá após verem o filme». Ao mesmo tempo, ele acha mais preocupante que os não-crentes evitem o filme a pensar em algo como «‘Não vou ao cinema ver uma história da Bíblia’».

