Morreu o cineasta suíço Alain Tanner (1929-2022)

(Fotos: Divulgação)

O cineasta suíço Alain Tanner, pioneiro da Nouvelle Vague Suíça e realizador de filmes como “A Cidade Branca“, morreu este domingo aos 92 anos. “Alain Tanner foi um dos faróis do cinema suíço“, disse a sua fundação num comunicado.

Contemporâneo da Nouvelle Vague francesa, ele é creditado por ter ajudado a lançar uma nova vaga na Suíça, de cinema politicamente engajado, na década de 1970, juntamente Miche Soutter, Claude Goretta, Jean-Louis Roy e Jean-Jacques Lagrange.

Nascido em Genebra a 6 de dezembro de 1920, Tanner assinou várias curtas-metragens e documentários antes de se estrear nas longa-metragens com “Charles, mort ou vif” (O Último a Rirpt), lançado em 1969. A partir daí, assinou filmes como “La salamandre” (1971), “Le retour d’Afrique” (1973), “Le milieu du monde” (Amantes no Meio do Mundo, 1974), “Jonas qui aura 25 ans en l’an 2000” (1976) e “Messidor” (1979).

Antes de vir a Lisboa filmar “ACidade Branca“, lançado em 1983, realizou “Les années lumière” (A Anos-Luz, 1981), película que conquistou o prémio do júri em Cannes.

Une flamme dans mon coeur” (Uma Chama no Coração, 1987), “La vallée fantôme” (O Vale Fantasma, 1987) e “Jonas et Lila, à demain” (Jonas e Lila, até Amanhã, 1997) são outros filmes de uma carreira que teve “Paul s’en va” (2004) como a sua última longa-metragem.

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