Já foram anunciados os grandes vencedores da 42ª edição do Festival de Cinema de Roterdão, um certame que começou no passado dia 23 de janeiro e que culmina hoje.
Os prémios Tigre, como sempre entregues a três filmes, couberam nesta edição a: «My Dog Killer» (Moj Pes Killer)[ler crítica], de Mira Forney ; «Soldier Jane» (Soldate Jeannette) [ler crítica], de Daniel Hoesl; e «Fat Shaker» (Larzanandye Charbi), de Mohammad Shirvani.
O primeiro é o drama em torno de um rapaz sem perspectivas e rodeado das pessoas erradas que, quando tem hipótese de seguir um caminho redentor, executa todas as opções erradas. Já «Soldier Jane» apresenta a história de duas mulheres que fogem das convenções e que lutam contra um mundo materialista que as sufoca. Já a obra de Shirvani é um conto onírico de um artista que iraniano não gosta de contar os seus sonhos e que por isso os decide mostrar.
No que concerne a outros prémios, realce para:
– a vitória do prémio NETPAC de «What They Don’t Talk About When They Talk About Love», da indonésia Mouly Surya
– o Prémio FIPRESCI, entregue a Alberton Gracia por «O Quinto Evanxeo de Gaspar Hauser».
– O Big Screen Award Competition, que facilitará a distribuição na Benelux de «Bellas Mariposas», de Salvatore Mereu
– Prémio KNF: Il futuro, de Alicia Scherson
Uma nota final para as escolhas do público, dividido em dois prémios:
– O Prémio Dioraphte (filme que tenha sido executado com o apoio do fundo Hubert Bals: atribuído a «Wadjda» [ler artigo]
– O Prémio UPC (filme presente na selecção oficial): atribuído a «Matterhorn»

