Como positivo temos as interpretações, em especial Cameron Diaz, que faz uma pausa na comédia e desenvolve uma personagem obcecada em lutar contra tudo e todos – levantando mesmo muitas questões morais – para curar, ou pelo menos estender ao máximo a vida da sua filha.
Uma nota final para as jovens actrizes/actores, que são suficientemente fortes e encantadoras para criarmos uma empatia com elas/eles. Mas a fuga ao dilema inicial através da opção pelo tom do costume nos filmes do género, acaba por tirar força a um filme, que quer se queira, quer não, a bem ou a mal, tem a mesma força de um telefilme chorão.
O Melhor: O dilema, enquanto existiu
O Pior- A queda no mais que visto, no que se esperava e na manipulação em determinados momentos da emoção fácil do espectador
| A Base |
| Se inicialmente poderiamos pensar que estavamos perante um potencial debate intelectual sobre a moralidade de determinados actos, a meio da obra somos “enganados” e levados para um campo onde não haja dúvida que nos sentimos miseráveis com os eventos, mas ao mesmo tempo manipulados para um drama de lágrima muito fácil… 4/10 |

