
Longe vão os tempos em que o nome de Kristen Stewart era apenas associado à saga Twillight. Depois da saga vampiresca, a atriz assumiu uma série de papéis que a ajudaram a ultrapassar a imagem de Bella Swan, trabalhando com cineastas como Olivier Assayas (As Nuvens de Sils Maria), Walter Salles (Pela Estrada Fora), Woody Allen (Café Society) e Drake Doremus (Iguais).
Ampliando os seus horizontes, Stewart procura mostrar-se agora no mundo da direção, estando presente no Festival de Sundance para a estreia de Come Come, uma curta-metragem descrita como um díptico de um dia de um homem, tudo num estilo meio impressionista e meio realista.
Em declarações ap The Hollywood Reporter, Stewart afirmou que sempre sonhou em dirigir muito antes de começar a atuar, e que já tem o conceito para a sua próxima curta: «Você não tem que ser uma pessoa politicamente envolvida para estar super consciente do facto de que ideias humanitárias muito básicas estão sendo incrivelmente pisadas», afirmou. «O meu filme é sobre um tipo que passa por um desgosto e está muito triste com isso (…) sim, é um trabalho que se sente como problemas de primeiro mundo de gente branca, e vim até aqui um pouco nervosa, devido ao timing do lançamento. As pessoas vão pensar, ‘isso não interessa’»
Já sobre o seu próximo projeto, Stewart afirmou que este vai «arrasar» e que será sobre o controlo das armas, um tema sempre controverso nos EUA. A atriz, e agora realizadora, acrescentou ainda que está em negociações com a Refinery29 para a execução da obra (Come Swim foi produzido através Refinery29).

