“Chloe”, o novo filme de Atom Egoyan (“The Sweet Hereafter”), teve honras de abertura na mais recente edição do festival na passada sexta-feira, mas as atenções acabaram-se por deslocar mais para as presenças de Quentin Tarantino e Brad Pitt, ainda a promover “Inglorious Basterds”, que só teve honras de estreia no país vizinho há poucos dias atrás.
Como Pitt acabou por evidenciar, a recepção com gritos femininos seria digna de uns Beatles. Quanto a projectos futuros, o actor falou que estava a tentar arrancar “Moneyball” enquanto inicia o desenvolvimento do drama de espiões “”The Lost City of Z”, a ser dirigido por James Gray (“Two Lovers”) para a sua Plan B.
Um jornalista perguntou ao realizador de “Pulp Fiction” o que é que restava do rapaz que costumava trabalhar no clube de video, ao que Tarantino respondeu: “Acho que sou o mesmo rapaz, só que extremamente mais realizado”.
Na cerimónia de abertura, foi entregue o primeiro prémio do certame a Margaret Menegoz, produtora de “The White Ribbon” de Michael Haneke (Palma de Ouro no último Festival de Cannes) – o prémio da crítica Fipresci para o melhor filme do ano.
Outros títulos “quentes” até à data foram o thriller romântico “The Dancer and the Thief” de Fernando Trueba, geralmente apreciado pela audiência, e de um dos favoritos ao prémio máximo – “The Secret in Their Eyes” de Juan Jose Campanella, já adquirido para vários mercados internacionais.
O Festival encerrará no próximo dia 26.

