
O governo, de ligações islâmicas, aprovou uma série de legislações que obrigam a que 60% das fitas que cheguem às salas sejam de produção local.
Paralelamente, qualquer guião tem agora de ser submetido a uma entidade que vai aprovar, ou não, a realização do filme. Cenas de sexo mais ousadas e imagens de violência são outros elementos que deixarão de surgir nas salas de cinema indonésias.
“O Estado tem a responsabilidade de regular a indústria cinematográfica e proteger os valores e a ideologia local”, defende Djabaruddin Ahmad, um dos maiores impulsionadores da lei.
A Indonésia aproxima-se assim da legislação existente no Irão, mantendo-se porém afastada da completa proibição da existência de salas de cinema que existe, por exemplo, na Arabia Saudita.

