Curta portuguesa premiada no BAFICI

(Fotos: Divulgação)

A curta-metragem portuguesa, “Catavento“, de João Rosas, foi distinguida como a melhor na competição internacional do Festival Internacional de Cinema Independente de Buenos Aires (BAFICI), evento que decorre desde o dia 17 e que termina hoje, domingo, 28 de março.

Exibido no Curtas Vila do Conde na competição nacional, e com passagem ainda no Caminhos do Cinema Português, o último filme do realizador de “Maria do Mar” (2015) e “Entrecampos” (2012) segue um jovem indeciso com o rumo a tomar quando está prestes a terminar o liceu.

Nesta 22ª edição do BAFICI, que decorreu num misto de sessões presenciais e uma programação online, o grande vencedor da competição internacional foi para a curta “Mi última aventura“, dos argentinos Ezequiel Salinas e Ramiro Sonzini. Na seção da Competição Americana, o grande prémio foi para o mexicano “Cosas que no hacemos“, de Bruno Santamaría Raz, enquanto “Implosión“, de Javier Van der Couter, ganhou o grande prémio da Competição Argentina.

O Brasil também saiu de Buenos Aires distinguido, com prémios de atuação na competição americana (Ayla Gresta & Simone Spoladore), e uma menção especial para a longa-metragem “O Livro Dos Prazeres” na mesma secção,

Lista de vencedores:

Competição Americana

Melhor Performance: Prémio Ex Aequo para Ayla Gresta por “Ainda Temos A Imensidão Da Noite“, de Gustavo Galvão (Brasil / Alemanha); e para Simone Spoladore por “O Livro Dos Prazeres“, de Marcela Lordy (Brasil /Argentina).

Melhor Curta-Metragem: “Blanes Esquina Müller“, de Nicolás Botana (Uruguai).

Melhor Realização: Eduardo Giralt Brun e Emmanuel Massú por “Los Plebes” (México).

Menção Especial em Longa-Metragem: “O Livro Dos Prazeres“, de Marcela Lordy (Brasil / Argentina).

Melhor Longa-Metragem: “Vacío“, de Paul Venegas (Equador / Uruguai).

Grande Prémio: “Cosas Que No Hacemos“, de Bruno Santamaría Razo (México).

Competição Oficial Argentina

Melhor Performance: Ana Katz por “Fabián Canta“, de Diego Crespo

Melhor Curta-Metragem: “Fabián Canta“, de Diego Crespo, e “Ob Scena“, de Paloma Orlandini.

Melhor Realização: Jonathan Perel por “Responsabilidad Empresarial“.

Melhor Longa-Metragem: “O que será do verão“, de Ignacio Ceroi.

Grande Prémio: “Implosión“, de Javier Van De Couter (Argentina / Chile).

Competição Oficial Internacional

Menção especial em atuação: Amalia Ulman e Ale Ulman pelo trabalho no filme “El Planeta“, de Amalia Ulman (Espanha).

Melhor Performance: Elisa Carricajo por “Bahía Blanca“, de Rodrigo Caprotti (Argentina).

Menção especial em curta-metragem: “Hide“, de Daniel Gray (França / Hungria / Canadá).

Melhor Curta Metragem: “Catavento“, de João Rosas (Portugal).

Melhor Realização: Amalia Ulman por “El Planeta” (Espanha).

Menção especial na longa metragem: “O Amor Dentro da Câmera“, de Jamille Fortunato e Lara Beck Belov (Brasil).

Melhor Longa-Metragem: “The Nose Or The Conspiracy Of Mavericks“, de Andrei Khzhanovsky.

Grande Prémio: “Mi Última Aventura“, Realização de Ezequiel Salinas e Ramiro Sonzini (Argentina).

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