Guerra dos Tronos: Lena Headey também tem as suas queixas

(Fotos: Divulgação)

A atriz conhecida pelo seu papel de Cersei Lannister em Guerra dos Tronos confessou que tem as suas próprias queixas em relação à série

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Numa grande entrevista ao The Guardian, a atriz Lena Headey disse que tem a noção que nenhum final agradaria a todos os fãs, mas confessou que desejava uma “morte melhor” para a sua Cersei na temporada final de Guerra dos Tronos: “Eu investi [o meu tempo] como espectadora e tenho as minhas personagens favoritas. E as minhas próprias queixas. Mas ainda não me sentei  – com os copos – com o David [Benioff] e Dan [Weiss]“. Quando questionada o que lhes diria se isso acontecesse, a atriz foi peremptória: “Diria que queria uma morte melhor.

No penúltimo episódio da última temporada de Guerra dos Tronos, Cersei foi esmagada pela queda de pedras juntamente com o seu irmão/amante Jaime (Nikolaj Coster-Waldau). Um final de certa forma dececionante, para uma personagem extraordinária que deliciou – com requintes de malvadez – os espectadores.

Headey, que se estreou aos 17 anos em Waterland e conseguiu o seu primeiro grande papel de destaque ao ser Sarah Connor na série Terminator: As Crónicas de Sarah Connor, confessou ainda que foi através do seu colega de elenco Peter Dinklage (irmão de Cersei, Tyrion Lannister) que soube da existência da série, tendo o ator sugerido a Headey ler um guião que recebera e que misturava fantasia com caracterizações irreverentes e lutas barrocas pelo poder: “Nós estávamos a fazer um pequeno filme independente em Los Angeles chamado Pete Smalls is Dead (…) e partilhávamos uma caravana. O Pete disse que eu precisava ler aquilo. Amo o Pete. Acho que ele é maravilhoso e fiquei tipo: ‘Ah, se o Pete está a ler isto, deve ser ótimo’.“.


Terminator: As Crónicas de Sarah Connor

Com um filme novo por estrear no Reino Unido, The Flood, a atriz – que confessa que apesar de ser agora mais famosa continua a andar de metro – fala também da questão dos refugiados, a temática da obra que está completa há três anos mas só agora chega aos cinemas. O atraso na estreia, diz Headey, deveu-se à estreia de outro filme sobre refugiados, tendo a indústria cinematográfica achado que tinha cumprido a “sua quota” de filmes sobre o tema e adiado a estreia desta produção de baixo orçamento.

Executado por três pessoas que trabalharam na chamada “selva” de Calais – o realizador Anthony Woodley, a argumentista Helen Kingston, e a produtora Luke Healy – o filme procurava abrir um debate em torno dos refugiados/migrantes. Headey é uma funcionária bastante fria que avalia os pedidos de asilo num centro de refugiados na Inglaterra. 

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