Presente na Quinzena dos realizadores em Cannes, «Jean Captive» é mais uma das muitas cinebiografias à figura de Joana D’Arc, e marca o regresso do francês Philippe Ramos ao cinema com a sua terceira longa-metragem.
Na obra, com um orçamento de 2 milhões de euros, estamos em 1430. Capturada pelos borguinhões e entregue aos ingleses, Joana é julgada por um tribunal eclesiástico e acusada de bruxaria. Abandonada e na prisão, o suicídio é uma alternativa, mas com consequências muito piores do que as que se imaginava.
Com Clémence Poésy, Mathieu Amalric, Thierry Frémont e Liam Cunningham, «Jeanne Captive» chega às salas de cinema no final do ano.

