Um novo suecesso na Coreia do Sul para Bong Joon-ho

Parasite (ler crítica), o novo filme de Bong Joon-ho, o responsável por obras como Okja e Snowpiercer-Expresso do Amanhã, teve uma grande estreia na Coreia do Sul, arrecandando cerca de 25 milhões de dólares (€22,25M) na sua abertura.
O filme, que venceu o Festival de Cannes, ficou perto da melhor abertura de sempre no território, que coube em 2014 ao filme The Admiral: Roaring Currents (26 milhões de dólares). Aladdin, que estreou no país na semana passada, ficou com o segundo lugar, cabendo ao regresso de Godzilla a maior desilusão: o filme abriu em 6º lugar com apenas 2 milhões de dólares na abertura (€1,78M).
Com estreia em Portugal no final do ano, através da Alambique, Parasite destaca as desigualdades entre duas classes sociais, aproveitando a história fictícia, mas realista, de duas famílias contrastantes: os empobrecidos Ki-taeks, onde quatro dos membros da família estão desempregados; e a rica família do Sr. Park, o chefe de uma empresa de informática. Quando o filho de Ki-taek consegue um emprego (graças a um certificado falsificado), ensinando inglês à filha de Parks, o contacto entre as duas famílias leva a uma série de contratempos que não deixam ninguém incólume. Song Kang-ho (Snowpiercer), Park So-dam (Silenciadas), Lee Sun-Kyun(The King’s Case Note), Jo Yeo-Jeong (Working Girl) e Choi Woo-Shik (Train to Busan) fazem parte do elenco.
Vale a pena referir que este é o primeiro filme totalmente produzido na Coreia do Sul pelo cineasta desde que em 2009 filmou Mother – Uma Força Única (2009).

