“Tigers” e “Quo Vadis, Aida?” triunfam no Festival de Gotemburgo

(Fotos: Divulgação)

O filme “Tigers” de Ronnie Sandahl, que ficcionaliza a história verídica de Martin Bengtsson, criando uma análise à psique da construção dos craques de futebol, ganhou o Prémio Dragão de melhor filme nórdico na edição 2021 do Festival de Gotemburgo (29 janeiro-8 de fevereiro), que este ano decorreu maioritariamente online.

Muitos dos filmes da competição nórdica este ano tinham personagens que queriam ser as melhores versões de si mesmos, enquanto lutavam contra as pressões do sucesso. O filme vencedor dá um raro vislumbre de um mundo que muitos desejam entrar, mas apenas alguns são admitidos. Escolhemos premiar o filme que fez-nos sentir e torcer pelo protagonista em todas as situações, seja perseguindo o seu sonho ou desistindo dele para sobreviver e ser feliz“, disse o júri do evento, que distingui ainda o ator Erik Enge pela sua interpretação no papel de Martin Bengtsson.

De resto, o Prémio Ingmar Bergman foi para o filme chinês “Mama“, de Li Dongmei; a animação “Flee” levou o Dragão de melhor documentário nórdico; “Another Round” o prémio do público para cinema nórdico; “Quo Vadis, Aida??”, o Dragão de melhor filme internacional; Linda Wassberg recebeu a distinção de melhor fotografia por “Tove“; e “Sweat” o Prémio Angelos. Nas curtas, “The Expected“, de Carolina Sandvik, foi o vencedor.

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