As curtas-metragens La isla, da chilena Dominga Sotomayor, e Redemption, de Miguel Gomes, foram os filmes escolhidos para a abertura da 20ª edição do Festival Internacional de Cinema de Valdivia (FICValdivia), cerimónia que decorreu ontem, 7 de outubro.
Com diversas secções e mostras, os grandes destaques do festival vão para competição chilena e para a internacional, onde está, por exemplo, o português Joaquim Pinto com E Agora? Lembra-me. A curta-metragem Gambozinhos, de João Nicolau, é outra obra nacional presente no evento, desta feita na mostra Novos Caminhos.
Gambozinos
Também a destacar nesta 20ª edição é a mostra 10+10=20, que contempla dez filmes que vários representantes de diversos festivales destacaram como obras fundamentais da cinematografia latino-americana. Aquí se construye, de Ignacio Agüero, Silvia Prieto, de Martin Rejtman (Argentina), Hamaca paraguaya, de Paz Encina (Paraguai), Un tigre de papel, de Luis Ospina (Colômbia), Historias extraordinarias, de Mariano Llinás (Argentina), La ciénaga, de Lucrecia Martel (Argentina), La libertad, de Lisandro Alonso (Argentina), Santiago, de João Moreira Salles (Brasil), Luz silenciosa, de Carlos Reygadas (México) e Whisky, de Pablo Stoll e Juan Pablo Rebella (Uruguai), são as obras inseridas nesta secção.
O FICValdivia vai decorrer até ao próximo dia 13 de outubro.
Na 19ª edição deste certame, em 2012, A última vez que vi Macau, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, foi distinguida com o Prémio da Crítica.

