Já sabíamos que a pandemia mudou os hábitos de consumo de entretenimento, acelerando a adoção mais ampla das plataformas de streaming, mas um novo estudo da United Talent Agency quantifica esses dados e sugere que estes novos hábitos de visualização de conteúdos vieram para ficar.
Com o nome “Forever Changed: COVID-19’s Lasting Impact on the Entertainment Industry“, o estudo utilizou uma amostra representativa de 1.000 adultos norte-americanos com idades entre 18 e 54 anos.
Nas suas conclusões, é notório que os consumidores assistiram mais a TV e filmes nas plataformas do que o faziam antes da pandemia (+84%), e planeiam continuar a fazê-lo cada vez mais no futuro (+67%), esperando, contudo, narrativas mais diversificadas e uma maior relação entre eles e a TV, os filmes e as celebridades que admiram.
Um em cada cinco entrevistados relatou que está mais disposto a pagar por conteúdos exclusivos de celebridades/ influencers agora do que antes da pandemia, enquanto metade dos consumidores afirma que aumentou o número de produtos que segue religiosamente. Um em cada três revelaram ainda que começaram a ter novos hobbies graças aos filmes/séries que assistiram, como o xadrez inspirado em “Gambito de Dama” ou bordados inspirados em “Bridgerton“.
Entre as subscrições de plataformas iniciadas durante a pandemia, a Apple TV + foi a líder (48%), seguido pela Netflix (46%), Disney + (46%), Hulu (39%) e Amazon Prime (34%). As plataformas mais usadas durante a pandemia foram a Netflix (72%), seguida pela Amazon Prime (54%), Disney + (51%), Hulu (47%), HBO Max (36%), Apple TV + (30%), Discovery + (23 %), Peacock (17%) e Paramount + (12%).

