Triste Para Sempre regressa a Lisboa de 10 a 12 de julho

(Fotos: Divulgação)

O festival Triste Para Sempre regressa a Lisboa de 10 a 12 de julho e, pela primeira vez, instala-se no Cinema São Jorge. Mantendo a tristeza como bússola curatorial, a 6.ª edição centra-se nas tradições portuguesas, no artesanato e na preservação cultural, reunindo mais de 40 filmes.

Ao longo de três dias serão exibidas assim 39 curtas-metragens, nacionais e internacionais, e três longas: Somos Dois Abismos, de Kopal Joshy, Deuses de Pedra, de Iván Castiñeras Gallego, e Terra Vil, de Luís Campos. “Prometendo fazer cair muitas lágrimas“, as curtas organizam-se em sessões temáticas como “Terra Devastada”, “Para onde foi a mãe?”, “O Corpo Estranho” e “Corações Partidos”, abordando lugares inóspitos, maternidade, saúde e desamor.

Além dos prémios Lágrima Nacional e Lágrima Internacional, atribuídos pelo júri, o público volta a escolher a Lágrima do Público.

COMPETIÇÃO NACIONAL DE LONGAS METRAGENS

“Deuses de Pedra”, de Iván Castiñeiras Gallego
“Somos Dois Abismos”, de Kopal Joshy
“Terra Vil”, de Luís Campos

COMPETIÇÃO NACIONAL DE CURTAS METRAGENS

“(A)stray”, de Marisa Alves Pedro
“A Culpa é da Água”, de Ana Leonor Guia, Marta Quintanito Roberto, Ruben Pinto, Tiago
Magalhães
“À Medida Que Fomos Recuperando a Mãe”, de Gonçalo Waddington
“Andar com Fé”, de Duarte Coimbra
“Antígona, ou a História de Sara Benoliel”, de Francisco Mira Godinho
“Arguments in Favor of Love”, de Gabriel Abrantes
“Campos Belos”, de David Ferreira
“Cão Sozinho”, de Marta Reis Andrade
“Carro Ultra Passado”, de João Salgado
“Consolação”, de Marianne Harlé
“Diário Antecipado”, de João Sarantopoulos
“Efémero”, de Matilde Pinto de Almeida
“Francisco Perdido”, de Frederico Mesquita
“J”, de António Pinhão Botelho
“Judite, ou a Primeira Revolta”, de Pedro Carneiro
“Nós”, de Vasco André dos Santos
“Nuno”, de Nuno Taborda
“O”, de Francisca Alarcão
“Porque Hoje é Sábado”, de Alice Eça Guimarães
“Praia de Pedra”, de Sofia Bost
“Quem se Move”, de Stephanie Ricci
“Rui Carlos”, de Margarida Paias
“Sabura”, de Falcão Nhaga
“Sequencial”, de Bruno Caetano
“Sol Menor”, de André Silva Santos
“Tapete Voador”, de Justin Amorim
“Um Beijinho”, de Emília Veloso
“Vultosos Cumes”, de Diogo Salgado

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL DE CURTAS METRAGENS

“Autobiography of my Diabetes”, de Matthew Lancit (Canadá)
“Bright Summer Days”, de Nevena Desivojevic (Sérvia)
“Finir au Soleil”, de Ephrem Koering (França)
“Gallina”, de Fernando Reinaldos (Espanha)
“Intermission”, de Arnau Vilaró (Espanha)
“Isle of Mia”, de Miguel Pinto, Francisco Morais (Reino Unido)
“Making It Fit”, de Mariana Leal (Reino Unido)
“The Dissident”, de Nicolas Vimenet (França)
“The Perfect Past”, de Misagh Karimi (Irão)
“The Tide”, de Haowen Geng (China)
“The Wooden Crown”, de Dmitry Brazhenko (Canadá)

Link curto do artigo: https://c7nema.net/3bje

Últimas