Um dos maiores clássicos do cinema de animação é o destaque do 3ª dia da Monstra – Festival de Animação de Lisboa

(Fotos: Divulgação)

Os fãs de animação vão ter hoje a hipótese de rever no grande ecrã “Akira”, a distopia japonesa de 1988 que se tornou um dos maiores clássicos da história do género. O filme passa-se em Tóquio no ano de 2019, uma cidade reconstruída depois da destruição ocorrida em 1988. O presente, no entanto, é marcado por atentados terroristas e é por lá que se enfrentam também gangues de motoqueiros. Um deles, no entanto, depois de sofrer um acidente passa a ter enormes poderes psíquicos, que o fazem lembrar o já mítico Akira, responsável pela destruição da cidade 21 anos antes. Para além de ter sido um grande sucesso no género, “Akira” estabeleceu-se como uma imagem de marca do “anime” japonês.

A outra longa-metragem a ser exibida neste sábado é direcionada aos mais pequenos. “Brichos – A Floresta É Nossa” é um filme brasileiro do ano passado com um fundo ecológico e narra a luta dos habitantes da Vila dos Brichos, ameaçados de perder a sua floresta para investidores-terroristas internacionais. Segundo o realizador, Paulo Munhoz, o objetivo é trazer para o público conteúdos que gerem uma atitude otimista.

Outro destaque, já na área das curtas-metragens, são as três sessões dedicadas aos 20 anos do Anima Mundi, o maior festival de animação do Brasil – realizado anualmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

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