“Joshua Tree, 1951: A Portrait of James Dean” é um retrato muito livre de James Dean, nos anos que antecederam o seu grande sucesso em Hollywood e a sua morte inesperada, apenas um ano depois da sua estreia em cinema.
O filme tem exatamente três aspetos a seu favor: a direção de fotografia de Michael Marius Pessah; a referência a “Le Petit Prince” de Saint-Exupéry como “livro da vida”, maior que a Bíblia Sagrada; e o corpo de James Preston, minimamente próximo do de J.D. (embora com profundidade zero).
De resto, estamos perante um ensaio oco no seu pretensioso onanista – a remeter a pontos para um trauma similar causado por uma adaptação asquerosa de “The Picture of Dorian Gray”, vista no mesmo recinto numa sessão de encerramento há uns anos atrás…
Definitivamente a desilusão do Queer 16…
| André Gonçalves |

