O regresso de Silent Hill

(Fotos: Divulgação)

Foi um dos projectos mais interessantes do cinema de terror e de adaptações ao cinema de 2006, apesar de ter chegado tardiamente a Portugal – devido aos naturais problemas dos distribuídores mais pequenos num mercado dominado por duas ou três grandes cadeias de cinema.

Falamos de “Silent Hill” e especula-se nos EUA que a saga vai regressar ao grande ecrã, de novo sob orientação no argumento de Roger Avary e com a produção de Samuel Hadida.

Em “Silen Hill” seguimos uma mãe (Radha Mitchell) que desespera com a certeza que a sua filha tem uma doença terminal. Nunca desistindo, ela decide levar a criança a um curandeiro, perdendo a filha pelo caminho numa localidade obscura. Esse local, definido como “Silent Hill” (Colina Silenciosa) insinua uma cidade muda, sem habitantes e isolada que fica ao lado do Lago Toluca, num estado dos Estados Unidos, que, como em muitas cidades pequenas de histórias de terror e filmes, é fustigada por um antigo mal demoníaco e tem criaturas rondando as ruas e os prédios, que só podem ser vistos por pessoas “especiais”.

Baseado no famoso jogo da Konami, o primeiro filme fez 100 milhões de dólares no mundo. Christophe Gans foi o seu realizador.

Relembramos que Avery está também a trabalhar num outro jogo de computador, adaptando-o para o cinema. Neste caso falamos de “Return to Castle Wolfenstein”, um jogo de tiro na primeira pessoa lançado pela Activision. O jogo passa-se na Europa ocupada pelos nazis em 1943 e o protagonista, B.J. Blazkowicz, é um soldado do exército dos Estados Unidos enviado para investigar um projecto de Heinrich Himmler: a Divisão Paranormal das SS.

Jorge Pereira

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