Estreou no dia 10, em Portugal, “The Final Destination” – marcando assim o primeiro filme de terror a estrear em RealD (3D) em Portugal (depois de “My Bloody Valentine” ter ficado pelo caminho).
O filme é a quarta entrega da série criada dez anos atrás por James Wong, e é considerada das séries de terror mais originais de década de 2000. No entanto, esta semana, o produtor Craig Perry anunciou que “The Final Destination” é o último filme na série. Aliás, o “The” é usado pela primeira vez no título para dar a entender que é a experiência derradeira.
Perry justificou o final, apesar do sucesso que o filme está a ter nos Estados Unidos. “Estes filmes funcionam como um parque de diversões” e, segundo ele, o 3d é o “loop” derradeiro, o truque final. “Não queremos que a série continue até ninguém querer saber dela. Todos os filmes foram sucessos, e queremos que fique assim” , acrescentando que “Final Destination” ainda é uma das propostas mais arrojadas do cinema de terror dos 00s.
Adicionalmente, o orçamento pesado de 40 milhões de dólares não ajuda… Os filmes da saga são dos mais caros do género, e este quarto filme é dos filmes de terror mais caros de sempre. Atendendo que o cinema de terror arrecada, em média, 20 a 30 milhões nos cinemas, cada um destes filmes é um risco. No entanto, “The Final Destination” leva já nos EUA uns impressionantes 84 milhões.
No filme original, um rapaz tenta salvar a vida dos seus amigos ao ter uma premonição que o avião em que iam voar ia cair.
Inicialmente vista como louco, o cenário muda quando o avião realmente cai. O problema é que a Morte não gosta de interferências, e os “sobreviventes” começam a morrer de formas acidentais e extraordinárias.
O realizador deste filme é David E. Ellis (“Snakes on a Plane” e “Final Destination 2”), e o “desastre” inicial envolve as corridas de Nascar, um cenário propício a grandes efeitos 3d.

