Curiosa história que reúne mediunidade, para-normalidade, mortos-vivos e maldições numa animação que traz terror para os garotos – numa associação que alguns críticos têm usado para explicar o relativo fracasso da película nos Estados Unidos, apesar de ter sido coberto de elogios. Os elogios têm sido unânimes a classificar o filme com uma animação inteligente e cheio de sensibilidade para as questões diversas que aborda.
Projeto escrito e co-realizado por Chris Butler, integrante do Departamento de Arte de obras como “Noiva Cadáver”, de Tim Burton, e “Coraline e a Porta Secreta”, o filme marcado por inovações técnicas que Butler trouxe para este “Paranorman”.
No que toca à versão original e ao seu elenco vocal, esta é uma boa continuação para a carreira jovem ator Kodi Smit-mcPhee que dividiu com Viggo Mortensen as atenções em “A Estrada”, de John Hillcoat, e que fez o papel principal em “Let Me In” (2010) elogiada versão norte-americana do filme de terror sueco “Let the Right One In”.
Tucker Albrizzi, por sua vez, teve pequenas participações em projetos diversos, até um papel maior na última sequela de “Alvins e os Esquilos – Naufragados”, do ano passado. Já Anna Kendrick anda a atirar para todo o lado na tentativa de sedimentar uma carreira fora da telenovela para cinema “Crepúsculo”. Passou pelos ecrãs portugueses recentemente com “O que Se Espera Quando Se Está à Espera”. Casey Affleck e John Goodman são outros nomes que emprestam a voz a esta animação.
Quanto à versão portuguesa, nada melhor do que assistirem a este making off.
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