Entrevista a Kevin Zegers, ator de Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos

(Fotos: Divulgação)

Está preparado para o sucesso de Mortal Instruments?

Bom, os livros têm bastante sucesso. O filme também parece ser muito bom. Nada que me surpreenda, mas as pessoas que estão envolvidas estão muito empenhadas em fazer um filme de qualidade.

Costuma ler este tipo de livros, como o de Cassandra Clare?

Por acaso, confesso que não sou um grande leitor. Tenho alguma dificuldade em estar muito tempo a ler, o mesmo se passa com os guiões. Acho que sou até um pouco disléxico. Mas vejo muitos filmes.

Que tipo de treino tem tido neste filme?

Sim, muito treino. Temos um preparador físico que nos ajuda. A parte de interpretação está mais ou menos garantida, mas a parte de ação é mais ou menos nova para nós. Até porque o Harald pretende que façamos maior parte da ação. Até para não estar a cortar as cenas. Há muitas cenas de ação com armas.

Faz algum desporto em particular que o ajuda a manter a forma?

Joguei hóquei (no gelo) quando andava no liceu. Sobretudo aqui no Canadá, que é um desporto incontornável. E quando não se está a trabalhar, nada como tomarmos conta da nossa parte física.

O que acha que é mais particular em Alec, a sua personagem?

Bom, é claro que é a personagem gay, o que lhe dá alguma individualidade. Mas não é isso que o define. O Alec é uma personagem muito ligada à família. Não quis que ele fosse definido apenas por isso, porque ele é muito mais do que isso. A sua luta não é apenas com a sua sexualidade, é mais com o sentido de que ele se sente deslocado. Acho que é mas por isso que os leitores mais jovens se identificam com ele, porque muitos deles também sentem isso. Não quis que ele fosse um estereótipo. É muito mais subtil do que parece.

Há muitas cenas complicadas com efeitos especiais?

Nem por isso. É claro que haverá sempre alguns detalhes, mas não é o tipo de efeitos especiais. É sim um grande filme de ação, mas em que os atores se envolvem mais diretamente.

Há algum ator que admire em particular?

Não sei, talvez o Viggo Mortensen. Não só por ser canadiano, mas por ser bastante versátil naquilo que faz.

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