Morreu o ator George Segal

(Fotos: Divulgação)

Morreu aos 87 anos o ator George Segal. Principalmente conhecido por comédias e interpretações de personagens neuróticas e inteligentes, Segal morreu devido a complicações num ato cirúrgico de colocação de um bypass coronário em Santa Rosa, Califórnia.

Nascido a 13 de fevereiro de 1934 em Great Neck, Long Island, Nova York, filho de Fannie Blanche (Bodkin) e George Segal, Sr., Seagal passou pelo exército e formou-se no teatro antes de ser escolhido para o seu primeiro papel no cinema em “Jovens Médicos” (1961). Simultaneamente trabalhando para a TV, foi visto no cinema em “O Dia Mais Longo” (1962), “Os novos internos” (1964), “Convite a Um Pistoleiro” (1964), “A Nave dos Loucos” (1965), “Rei de um Inferno” (1965) e “Os Centuriões” (1966). Seguiu-se “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?” (1966), onde atuou ao lado de  Elizabeth Taylor e Richard Burton, conseguindo a nomeação a melhor ator secundário nos Oscars.

Sob as ordens de Roger Corman surgiu em “Massacre de Chicago” (1967) e, no início dos anos 1970, participações em filmes como “O Mocho e a Gatinha” (1970), “Amantes em Veneza” (1973), “Born to Win” (1971) e “O Grande Golpe” (1972) fizeram dele um ator de reputação invejável. Seguiu com “Um Toque de Classe” (1973), pelo qual Glenda Jackson ganhou um Oscar, e  “Brincando com a Sorte” (1974), de Robert Altman.

Por estas alturas muitos já o comparavam a Jack Nicholson no potencial e estatuto, mas os seus salários elevados não corresponderam em resultados de bilheteira, com filmes como “O Falcão Negro” (1975) a revelarem-se um fracasso. Com “Adivinhe Quem Vem Para Roubar?” (1977) conseguiu o sucesso, mas o filme serviu principalmente para revitalizar a carreira de Jane Fonda.

Já nos anos 80, a TV passou a ser o seu palco primordial. Ainda que com “Olha quem Fala” (1989) tenha conseguido o sucesso, foi na série “Murphy’s Law”que teve realce. Seguiram-se várias participações secundárias em filmes como “O Melga” (1996), na série “Ai, Que Vida!” (1997-2003) e, finalmente, naquela que viria a ser a sua última produção, a também série “Os Goldberg” (2013-2021).

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