Jordan Belfort acusa “O Lobo de Wall Street” de fraude

(Fotos: Divulgação)

Em 2013, Martin Scorsese levou aos cinemas The Wolf of Wall Street e contou a história de Jordan Belfort, o corretor da Bolsa de Valores dos EUA, que passou 22 meses na prisão depois de se declarar culpado por fraude de valores mobiliários e acusações de lavagem de dinheiro em 1999

Agora, passados alguns anos, Belfort –  que foi interpretado no filme por Leonardo DiCaprio – está a processar a produtora do filme, a Red Granite Pictures, e o seu cofundador Riza Aziz no valor de 300 milhões de dólares.

Em 2011, Aziz convenceu Belfort a vender os direitos das suas memórias, o livro homónimo O Lobo de Wall Street, mas actualmente Aziz está envolvido no escândalo da 1Malaysia Development Berhad – um fundo do governo da Malásia que o ex-primeiro-ministro Najib Razak supostamente usou para canalizar dinheiro nas suas próprias contas pessoais. Razak é o padrasto de Aziz, e os advogados de Belfort sustentam que Aziz adquiriu os direitos da sua história com financiamento desviado do 1MDB.

Em resposta ao processo submetido no Tribunal Superior de Los Angeles, Matthew L. Schwartz, advogado da Red Granite, disse em comunicado à Entertainment Weekly: “O processo de Jordan Belfort não é mais do que uma tentativa desesperada e supremamente irónica de sair de um acordo que pela primeira vez na sua vida o tornou rico e famoso por meios legais e legítimos.

Como diz o sábio provébio: “Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão“… 

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