Doclisboa regressa em maio às salas de cinema

(Fotos: Divulgação)

Após uma edição fragmentada e sujeita – devido à pandemia (e o abre e fecha das salas de cinema) – por o Doclisboa regressa em maio à Culturgest para as últimas sessões da 18ª edição,

Entre 5 e 10 de maio, vamos assistir à projecção da cópia restaurada de “Grand Opera: An Historical Romance”, de James Benning, e à estreia mundial de “Visões do Império”, filme de Joana Pontes que revisita o passado colonial e reflecte sobre a história e legado do império português imaginados a partir dos registos fotográficos familiares.

O evento exibirá ainda “Fé, Esperança e Caridade”, de Maria João Rocha, falecida em Outubro do ano passado, e, em estreia mundial, “Mata-Ratos ao Vivo na Academia de Linda-a-Velha”, de Patrick Mendes, que passará com “Enterrado na Loucura – Punk em Portugal 78-88 – A Segunda Vaga”, de Hugo Conim e Miguel Newton, numa sessão dupla que promete agitar a sala ao som do icónico punk rock da banda portuguesa. 

O mais recente filme de João Pedro Barriga, “Lembra-me da Vida Ali”, será igualmente exibido, enquanto Ricardo Moreira regressa com “Terraformar” e Irina Oliveira estreia “Semear, Fluir, Ouvir”.

A cerimónia de encerramento do 18º Doclisboa será a 10 de maio, com a apresentação do filme “Paris Calligrammes”, da cineasta e artista visual alemã Ulrike Ottinger.

Para além do anúncio do vencedor do Prémio Fernando Lopes, atribuído a uma primeira-obra portuguesa apresentada no festival, o Doclisboa irá revelar na cerimónia de encerramento as novidades sobre a programação da sua 19ª edição, que terá lugar entre 21 e 31 de outubro de 2021.

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