«Les Combattants» domina nos prémios da Quinzena dos Realizadores

(Fotos: Divulgação)

A Quinzena dos Realizadores em Cannes é uma mostra paralela ao Festival de Cannes de cariz não competitivo, mas muitos dos parceiros da Sociedade de Realizadores Franceses, que organiza esta “secção“, atribuem prémios aos filmes que lá são exibidos. E este ano a história dos prémios ligados à Quinzena quase se isola em torno de Les Combattants, o primeiro filme de Thomas Cailley, que venceu o Prémio Fipresci nesta categoria, bem como o prémio Art Cinema, o prémio SACD e o prémio Europa Cinéma Label.

Definido pelo júri como um raro filme feel good e arthouse, bem escrito e bem atuado, Les Combattants é um drama sobre um adolescente apaixonado por uma jovem durona e obcecada que constantemente se prepara para um estado de guerra.

No que toca às curtas-metragens, o grande vencedor do Prémio Illy foi Sem Coração, um filme brasileiro assinado por Nara Normande e Tião que se baseia numa história da infância da primeira, em que uma menina que tem um pacemaker é apelidada de Sem Coração. Trece Si Prin Perete, de Radu Jude, foi ainda distinguido com uma menção especial.

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