«10.000 Km» triunfa na 17ª edição do Festival de Cinema Espanhol de Málaga

(Fotos: Divulgação)

 

O filme 10.000 Km, de Carlos Marques-Marcet, que acompanha um casal que é forçado a ter uma relação à distância entre Barcelona e Nova Iorque [daí o título], foi o grande vencedor da 17ª edição Festival de Cinema Espanhol de Málaga.

A obra, que já tinha visto os seus protagonistas, Natalia Tena e David Verdaguer, triunfarem no SXSW, venceu o principal prémio (Biznaga de Ouro) e recebeu ainda distinções na realização, argumento (jovem) e protagonismo feminino, embora aqui o prémio tenha sido repartido com Elena Anaya, a atriz principal de Todos están muertos, um filme de Beatriz Sanchís que foi outro dos grandes vencedores do certame ao ganhar o Prémio Especial do Júri e o de Melhor Banda Sonora.

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Em outros premiados, destaque para o triunfo de Juan Diego pela sua atuação em Anochece en la India, um filme de Chema Rodríguez que segue um velho hippie que realiza uma última viagem ao país onde foi feliz, as vitórias de Salva Reina e Héctor Medina na categoria de Melhor Ator Secundário pela participação em 321 días en Michigan (filme que também venceu o prémio do público) e as várias distinções dos filmes Conducta e Rincon de Darwin na secção latino-americana.

O Festival de Cinema Espanhol de Málaga decorreu de 21 a 29 de abril.

Ficção

Biznaga de Ouro ao Melhor Filme: 10.000 KM, de Carlos Marques-Marcet
Biznaga de Prata (Prémio Especial do Júri): Todos están muertos, de Beatriz Sanchís
Biznaga de Prata ao Melhor Realizador: 10.000 KM, de Carlos Marques-Marcet
Biznaga de Prata à Melhor Atriz: Natalia Tena por 10.000 KM e Elena Anaya por Todos están muertos
Biznaga de Prata ao Melhor Ator: Juan Diego por Anochece en la India
Biznaga de Prata à Melhor Atriz Secundária: Yolanda Ramos por Carmina y amén
Biznaga de Prata ao Melhor Ator Secundário: Salva Reina e Héctor Medina por 321 días en Michigan
Biznaga de Prata ao Melhor Argumento: Paco León por Carmina y amén
Biznaga de Prata à Melhor Banda Sonora: Akrobats por Todos están muertos
Biznaga de Prata à Melhor Cinematografia: Nicolas Bolduc por No llores, vuela
Biznaga de Prata à Melhor Montagem: José Manuel García Moyano por Anochece en la India
Biznaga de Prata ao Melhor Guionista Jovem: Carlos Marques-Marcet e Clara Roquet por 10.000 KM

Prémios Complementares

Biznaga de Prata (Prémio Especial do Júri da Crítica): 10.000 KM, de Carlos Marques-Marcet
Biznaga de Prata Prémio Especial do Júri Jovem: Todos están muertos, de Beatriz Sanchís
Biznaga de Prata (Prémio do Público): 321 días en Michigan, de Enrique García

Documentários

Biznaga de Prata ao Melhor Documentário: Ciutat morta (Ciudad muerta), de Xavier Artigas e Xapo Ortega
Biznaga de Prata ao Melhor Realizador: Sebastián Alfie por Gabor
Biznaga de Prata (Prémio Especial do Júri): Equipo verde, de Alejandra Almirón
Biznaga de Prata (Prémio do Público): Gabor, de Sebastián Alfie
Menção Especial: El inventor de la selva, de Jordi Morató

Secção Latino-Americana

Biznaga de Prata o Melhor Filme: Conducta, de Ernesto Daranas
Biznaga de Prata (Prémio Especial do Júri): Rincón de Darwin, de Diego Fernández Pujol
Biznaga de Prata ao Melhor Realizador: Ernesto Daranas por Conducta
Biznaga de Prata à Melhor Atriz: Alina Rodríguez por Conducta
Biznaga de Prata ao Melhor Ator: Carlos Frasca por Rincón de Darwin
Menção Especial: Armando Valdés por Conducta
Biznaga de Prata (Prémio do Público): Conducta, de Ernesto Daranas

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