«A Última Vez que vi Macau» é premiado no Festival de Cinema de Turim

(Fotos: Divulgação)

O filme «A Última Vez que vi Macau», de João Rui Guerra da Mata e João Pedro Rodrigues venceu hoje o principal prémio na secção de documentários do Festival de Cinema de Turim. A obra foi escolhida por um júri composto pelo canadiano James Quandt, a israelita Hila Peleg, e a portuguesa Susana de Sousa Dias, uma das diretoras do Doclisboa – certame onde, curiosamente, «A Última Vez que vi Macau» foi o filme de abertura. 
De notar que, apesar de o prémio ter sido atribuído em exclusivo à obra portuguesa, inicialmente o júri quis atribuir o prémio ex-aequo, mas foi impedido devido às regras do certame. «Leviathan», de Lucien Castaing-Taylor e Véréna Paravel, viria ainda a receber um Prémio Especial nesta categoria por ser «um dos trabalhos mais originais do cinema contemporâneo».
 
Quanto a outros premiados, na competição de ficção, o triunfo foi para «Shell», de Scott Graham. «Noi Non Siamo Come James Bond», de Mario Balsamo, e «Pavilion», de Tim Sutton foram ainda consagrados com o Prémio do Júri, desta vez composto por Paolo Sorrentino, Karl Baumgartner, Franco Piersanti, Joana Preiss e Constantin Popescu.
 
Aqui fica a lista dos principais vencedores do certame:
Ficção
 
Melhor Filme: «Shell», de Scott Graham
Prémio Especial do Júri: «Noi Non Siamo Come James Bond», de Mario Balsamo, e «Pavilion», de Tim Sutton 
Melhor Atriz: Aylin Tezel, por «Breaking Horizons»
Melhor Ator: Huntun Batu, por «The First Aggregate» 

TFFdoc
 
Melhor Filme: «A Última Vez que Vi Macau», João Rui Guerra da Mata e João Pedro Rodrigues
Prémio Especial: «Leviathan» Lucien Castaing-Taylor e Véréna Paravel

ITALIANA.DOC
 
Melhor Filme: «I Don’t Speek Very Good, I Dance Better», de Maged El Mahedy
Prémio Especial do Júri: «Fatti Corsari», de Stefano Petti e Alberto Testone
Menção Honrosa: «La Seconda Natura», de Marcello Sannino

ITALIANA.CORTI (Curtas Metragens)
 
Melhor Filme: «Spiriti», de Yukai Ebisuno, Raffaella Mantegazza
Prémio Especial do Júri: «In Nessun Luogo Resta», de Maria Giovanna Cicciari
Menção Especial: «Un Mondo Che Niente», de Cobol Pongide e Marco Santarelli 

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