Entrevista a Jemima West, atriz de Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos

(Fotos: Divulgação)

Qual a sensação de pertencer a este enorme franchise?

É algo realmente fantástico e sinto-me muito afortunada. É tudo muito impressionante. É a primeira vez que estou num projeto tão grande e é muito interessante para mim, pois estão sempre a acontecer coisas novas, especialmente em termos de ação. Temos de fazer todas estas acrobacias e isso é realmente fantástico

Como se preparou fisicamente para as suas cenas?

Temos um personal trainer que nos dá uma hora de ginástica todos dias e existe um conjunto de 20 duplos de Montreal que diariamente se encontram por aqui. Antes do filme começar as filmagens nós estivemos aqui com eles, que nos mostraram algumas coreografias e nos prepararam para o que aí vinha. Por exemplo, a minha personagem vai ter um chicote, que é CGI, mas tive de aprender a trabalhar com um a sério. E outras coisas, como exercícios com espadas, o que é optimo porque ficamos a aprender outras coisas.

E já era uma pessoa em «boa forma» antes desta produção?

Sim, eu gosto de fazer exercicio mas nunca tinha feito stunts/acrobacias ou tido um treinador pessoal que me faça levantar pesos. Eu sou mais uma pessoa de correr, ioga e coisas básicas. Por isso, gosto de me exercitar mas nunca fiz nada tão aprofundado assim.

Se tivesse de descrever a sua personagem, o que diria?

Ela nasceu e foi criada como uma lutadora. Ela cresceu rodeada de rapazes, três irmãos – incluindo o Jason , que chegou à sua familia quando tinha 10 anos – e por isso mesmo ela é muito protetora, muito destemida. Por isso quando estas duas personagens surgem – a Clary (Lilly Collins) e o Simon (Robert Sheehan) – é muito difícil para ela lidar com isso, pois ela pensa «o que estão a fazer no meu mundo», especialmente outra rapariga. Mas ela tem um coração mole…por isso…

Leu o livro antes de se juntar ao filme?

Não, eu comecei a ler quando me contrataram, mas estou neste momento a acabar o quinto livro, o que mostra que realmente estou a gostar deles.

Existe alguma capacidade especial que a sua personagem tenha, que gostaria de ter? Para além do dom de usar o chicote…

A Invisibilidade, por vezes dava jeito. Seria esse o dom…

Se este filme se tornar o exito que se espera, não será certamente invisível perante o público. O que acha disso?

Neste momento não penso nisso. Neste momento só penso no gosto que estou a ter em participar neste filme e acho que o mais importante agora é eu fazer o melhor que posso. Se se tornar um sucesso, então é fantástico para o filme e depois logo vemos…

Como foi trabalhar com o Harold?

O Harold é fantástico. Tem uma energia impressionante. Ele nunca para e tem uma atitude muito positiva e está sempre aberto a propostas, o que é optimo. Sempre que estamos nos sets ele surge com novas ideias. Ele envolve-se constantemente, procurando novas coisas e tem um grande olho artístico. Ele e o diretor de fotografia são uma equipa, e mesmo sabendo exatamente para onde vai, ele é sempre livre e muito aberto a novas ideias, o que é fantástico.

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