Entrevista a Shailene Woodley, a jovem atriz de «Os Descendentes»

(Fotos: Divulgação)

É a descoberta de «Os Descendentes», o filme que poderá dar outro Óscar a George Clooney. Ela própria está na corrida…

Aos 19 anos, foi a ‘filha’ de George Clooney em Descendentes e uma das mais saborosas promessas dos últimos tempos. Que poderemos (e devemos) descobrir. Sincera, divertida e bonita.

É verdade que tinha apenas cinco anos quando um agente a descobriu e a contratou de imediato?

Acho que nessa altura não se tratava de talento, mas sim o meu corte de cabelo atrevido. O que posso dizer é que estou muito grata pela experiência que pude ter. Eu nem sequer sabia que iria ou queria ser uma atriz. É verdade que costumava ir a muitas audições, mas não era nenhum sonho que tivesse.

Mas gosta de ser atriz, presumo…

Sim, mas enquanto não me aborrecer. Porque nesse dia, eu desisto. Você escreve, os pintores pintam. Eu gosto de representar. É o meu escape criativo. Mas nunca vi muitos filmes.

Como foi a reação ao saber que o seu próximo trabalho seria passar uns meses no Havai e trabalhar com o George Clooney?

Foi muito divertido. Foi uma história divertida.

Sentiu-se intimidada por trabalhar com ele? Sobretudo quando faz de seu pai?

Não, nada. Estava nervosa, é claro. Até o conhecer, em que me deu um enorme abraço. Um momento em que esse desconforto saiu pela janela. É um excelente ator, mas sobretudo uma excelente pessoa. Éramos todos iguais.

Como foi ele como ‘pai’?

Acho que é como eu pensaria que ele fosse enquanto pai. Descontraído, mas uma pessoa que ouvimos sem hesitação. Até porque é muito divertido. E acho que tem um lado paternal. Ainda que compreenda porque não quis ter filhos, pois tem uma vida tão agitada. Mais comigo senti-me muito protegida. Queria que fosse uma experiência boa para mim.

Qual é a sua atriz favorita?

Gosto muito da Natalie Portman. Acho que é a melhor atriz do mundo. Gosto dela há muito dela. Gosto das decisões que toma. E gosto muito também do James Franco. São dois atores que mais gosto de ver. A Felicity Huffman e a Meryl Streep, obviamente.

Artigo originalmente publicado na Máxima 

 

 

 
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