Embora tenha o seu lugar seguro e conquistado nas comédias de Hollywood, a verdade é que a filmografia de Adam Sandler está recheada de filmes muito fracos, e este “Jack e Jill” não é exceção.
Não só temos Adam Sandler versão Jack com caretas incluídas, como também a versão Jill, um Sandler de cabeleira e lábios rusticamente pintados que grita durante hora e meia. Decerto, todos estes são fatores suficientemente fortes para afastar qualquer um que não seja fã devoto de Sandler dos cinemas.
O filme em si, segue a história de um publicitário que se prepara para a receber a visita anual da irmã gémea, uma inconveniente solteirona que se vai entretendo a infernizar a vida do irmão. Com meia dúzia de gags supostamente cómicos, “Jack e Jill” acaba por não trazer grandes gargalhadas.
O lote de participações especiais é respeitável, e vai além do habitual gang de Sandler, incluindo desta vez nomes como Shaquille O’Neal, John McEnroe, Johnny Depp e Al Pacino.
No geral, “Jack e Jill” é um filme bastante fraco, mas que não foge em nada à linha das habituais comédias de Adam Sandler. Por isso, para quem está habituado aos filmes de Sandler, este trabalho pode até ser uma boa escolha. Para os restantes é melhor passarem ao lado.
O Melhor: Tem pouco mais de hora e meia.
O Pior: Tentar perceber o que anda Al Pacino a fazer aqui no meio.
| Carla Calheiros |

