«The Ballad of Genesis and Lady Jaye» vence IndieLisboa

(Fotos: Divulgação)

O filme «The Ballad of Genesis and Lady Jaye», de Marie Losier, foi o grande vencedor do IndieLisboa’11, arrecadando o Grande Prémio “Cidade de Lisboa”.

Já no que toca ao Prémio Caixa Geral de Depósitos, para Melhor Longa Metragem Portuguesa, o vencedor foi José Filipe Costa por «Linha Vermelha».

No que diz respeito às curtas-metragens, João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata arrecadaram o Prémio PIXEL BUNKER para Melhor Curta Metragem Portuguesa por «Alvorada Vermelha» e Erik Moskowitz e Armanda Trager receberam o Grande Prémio para Melhor Curta Metragem Internacional por «The Story of Elfranko Wessels».
Aqui deixamos a lista completa dos vencedores:
Júri Internacional de Longas Metragens (François Bonenfant, Denis Côté, Gabe Klinger, Jean-Pierre Rehm e Margarida Vilanova)
Grande Prémio “Cidade de Lisboa” para longa metragem internacional (15.000 €):
The Ballad of Genesis and Lady Jaye, de Marie Losier (EUA/França)
– Menção Honrosa:
La BM du Seigneur, de Jean-Charles Hue (França)
– Prémio Caixa Geral de Depósitos para melhor longa metragem portuguesa (5.000 €): 
Linha Vermelha, de José Filipe Costa (Portugal)
– Prémio de Distribuição (2.500 € para ajudar à distribuição do filme em sala em Portugal): 
Morgen, de Marian Crisan (Roménia/França)
 
Júri Internacional de Curtas Metragens (Catarina Mourão, Thure Munkholm e Bruno Safadi)
– Grande Prémio para curta metragem internacional (5.000 €)
The Story of Elfranko Wessels, de Erik Moskowitz e Armanda Trager (EUA/Canadá)
– Menções Honrosas: 
Diane Wellington, de Arnaud dês Pallières (França)
La Forêt, de Lionel Rupp (Suíça)
The Painting Sellers, de Juho Kuosmanen (Finlândia)
– Prémio PIXEL BUNKER para melhor curta metragem portuguesa (2.500 € + 6.000 € em serviços PIXEL BUNKER): 
Alvorada Vermelha, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata (Portugal)
– Prémio RESTART para melhor realizador português de curta metragem (3.500 € em meios de produção e pós-produção) – ex-aequo:
Gabriel Abrantes, por Liberdade (Portugal)
Marco Martins e Filipa César, por Insert (Portugal)
– Prémio Novo Talento Fnac (2.500 € para o realizador da competição nacional de curtas metragens que se revele um talento emergente): 
Patrick Mendes, por Homenagem a Quem Não Tem Onde Cair Morto (Portugal)
Júri Pulsar do Mundo (Graça Castanheira, Javier Packer Comyn e Paula Moura Pinheiro)
– Prémio RTP Pulsar do Mundo (5.000 € em direitos de exibição para televisão):
I’ll Forget This Day, de Alina Rudnitskaya (Rússia)
– Menção Honrosa:
Pallazo Delle Aquile, de Stefano Savona, Alessia Porto e Ester Sparatore (França/Itália)
 
Júri IndieJúnior (cinco crianças, nomeadas a partir de convites endereçados a instituições sociais e colégios privados: Eduardo Baptista, Rebeca Arvelos Cruz, Henrique Gil, Carolina Mateus e Elisabete Rodrigues)
– Prémio Melhor Filme IndieJúnior (1.000 €): 
O Meu Bom Inimigo (My Good Enemy), de Oliver Ussing (Dinamarca)
– Menções Honrosas: 
As Mãos no Ar (Les Mains en Air), de Romain Goupil (França) 
Óculos de Garrafa (Cul de Bouteille), de Jean-Claude Rozec (França)
PRÉMIOS ATRIBUIDOS PELOS JÚRIS NÃO OFICIAIS
Júri RTP 2 Onda Curta (João Garção Borges, Eduardo Cerveira e Jan Naszewski)
– Prémio RTP 2 Onda Curta (aquisição de direitos de exibição para o programa Onda Curta, exibido na RTP 2) – ex-aequo:
Diane Wellington, de Arnaud dês Pallières (França)
How to Pick Berries, de Elina Talvensaari (Finlândia)
I Don’t Blame the Beautiful Game, de Christopher Arcella (EUA)
Nuit Blanche, de Samuel Tilman (Bélgica)
Júri Amnistia Internacional (Carla Chambel, Margarida Leitão e Rui Simões) 
– Prémio Amnistia Internacional (1.250 €, atribuídos a um filme que contribua para alargar a capacidade de compreensão do espectador relativamente a um determinado aspecto relacionado com a dignidade humana): 
Cleveland Contre Wall Street, de Jean-Stéphane Bron (Suíça/França)
– Menção Honrosa: 
I’ll Forget This Day, de Alina Rudnitskaya (Rússia)
Júri Signis – Associação Internacional Católica para a Comunicação (José Tolentino de Mendonça, Inês Gil, Margarida Ataíde e Fernando Ribeiro)
– Prémio SIGNIS – Árvore da Vida (2.000 € atribuídos a um filme português que privilegie os valores humanos e espirituais): 
La Ilusión te queda, de Márcio Laranjeira e Francisco Lezama (Portugal)
 
– Menções Honrosas: 
Os Milionários, de Mário Gajo de Carvalho (Portugal)
Swans, de Hugo Vieira da Silva (Portugal)
Júri TAP (José Navarro de Andrade, António Monteiro e Paula Ribeiro)
– Prémio TAP para melhor longa metragem portuguesa de ficção (aquisição de direitos para exibição a bordo dos aviões da TAP no valor de 4.000 € em viagens)
O Que Há de Novo no Amor?, de Hugo Martins, Hugo Alves, Mónica Santana Baptista, Patrícia Raposo, Rui Santos e Tiago Nunes (Portugal)
 
– Prémio TAP para melhor documentário português de longa (aquisição de direitos para exibição a bordo dos aviões da TAP no valor de 2.000 € em viagens)
Eden, de Daniel Blaufuks
 
Júri AIP (António Escudeiro, Teresa Ferreira e Marta Pessoa)
– Prémio AIP de melhor imagem para longa metragem portuguesa, com o apoio da KODAK/LIGHT FILM/PLANAR (4.500 € em película e serviços):
Carlos Lopes, pela fotografia de “América”, realizado por João Nuno Pinto (Portugal)
 
– Menção Honrosa:
Luis Branquinho, pela fotografia de “O Barão”, realizado por Edgar Pêra (Portugal)
– Prémio AIP de melhor imagem para curta metragem portuguesa: 
Takashi Sugimoto, pela fotografia de Wakasa, realizado por José Manuel Fernandes (Portugal)
Júri do Público (espectadores das secções competitivas: Competição Internacional, Observatório, Cinema Emergente e Pulsar do Mundo)
– Prémio do Público PEPSI para melhor longa metragem (2.000 €):
Cleveland Contre Wall Street, de Jean-Stéphane Bron (Suíça/França)
– Prémio do Público PEPSI para melhor curta metragem (1.000 €):
Paris Shangai, de Thomas Cailley (França)
Júri do Público IndieJúnior (espectadores da secção IndieJúnior)

– Prémio do Público IndieJúnior (1.000 €): 
Coisas Que é Melhor Não Misturares (Things You’d Better Not Mix Up), de Joost Lieuwma (Holanda)

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