O Festival Internacional Laceno d’Oro assinala a 50.ª edição, de 1 a 8 de dezembro, com uma Competição de Longas-Metragens composta por dez filmes, nove deles em estreia italiana. Destaque para a forte presença portuguesa, com o Brasil a fazer também parte da equação: Fuck the Polis, de Rita Azevedo Gomes, é um dos grandes destaques, bem como Explode São Paulo, Gil, de Maria Clara Escobar, e Somos dois abismos, de Kopal Joshy.
O júri internacional reúne quatro figuras de peso — Andrei Ujică, Donatella Palermo, Jani Pösö e Joe Bini — refletindo a ambição renovada do festival fundado em 1959 por Pasolini, juntamente com os intelectuais irpínios Camillo Marino e Giacomo D’Onofrio.
Paralelamente, Víctor Erice, Leos Carax e o próprio Ujică recebem prémios de carreira e ganham retrospetivas com masterclasses abertas ao público.
A programação expande-se ainda com uma mostra dedicada ao trabalho irreverente da produtora finlandesa It’s Alive Films e várias sessões especiais.

