
A Bobine Rebellis salienta a importância das curtas-metragens nos tempos de hoje.
O risco e a experimentação cinematográfica por vezes perdida serão reencontrados em pequenos filmes como aqueles que este evento, que terá lugar no Teatro Turim (antigo Cinema Turim, em Lisboa), irá apresentar já a partir de amanhã, dia 3 de abril, e continuado todas as quintas-feiras do mês.
Com uma seleção de mais de 17 obras de acentuada dinâmica e frescura apresentadas pelos seus respetivos realizadores (que se encontrarão presentes no evento), em Bobine Rebellis haverá espaço não só para visualização das obras mas também para o diálogo, a fim de aproximar o público deste cinema de guerrilha que vive longe do mediatismo dos jornais, palmarés e tapetes vermelhos.
As sessões terão início a partir das 21h30 (a entrada é somente 3 euros).
3 de Abril (sessão coordenada por Gonçalo M. Tavares)
Homecoming, de Filipe Coutinho
Embargado, de Leandro Simões
Quando Aprendi a Não Ter Medo da Morte, de Marta Reis Andrade
A Menina com Medo do Escuro, de Marta Reis Andrade
Sementes e Frutos, de Rafael Gonçalves Cardoso
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10 de abril (sessão coordenada por Nuno Galopim)
O Meu Tio Carlos, de João Gomes
Joelhos de Terra, de Helena Estrela
Maria, de Joana Viegas
À Parte, de Frederico Mesquita
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17 de abril (sessão coordenada por Teresa Tavares)
Helena Desce a Montanha, de Rúben Gonçalves
Fúria, de Diogo Baldaia
Vicente, de Joana Reis
Pézinho Pezão, de Raquel Santos
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24 de abril (sessão coordenada por Fernando Alvim)
Chico Malha, de Guilherme Gomes
Contos das Coisas, de Joana Peralta
Why Not Squares Instead of Circles?, de Joana Peralta e Marta Ribeira
As Flores do Mal, de Flávio Gonçalves

