Morreu aos 91 anos a canadiana Deanna Durbin, uma atriz que se celebrizou como criança prodígio no que toca ao cinema musical na era da Grande Depressão e que muitos não têm dúvidas em afirmar que salvou a Universal Pictures de entrar em bancarrota em 1937 com a sua interpretação no bem sucedido 100 Homens e Uma Rapariga.
Antes disso, em 1936, já tinha dado nas vistas ao lado de Judy Garland na curta Every Sunday e no papel de adolescente perfeita em Três raparigas muito modernas.
Doida por Música (1938), A Idade das Ilusões (1938), As Três Raparigas Cresceram (1939), O Primeiro Amor da Gata Borralheira (1939), Data Memorável (1940), Desfile da Primavera (1940), Serei Tua! (1941), Noiva de Ocasião (1941), A Alegre Viuvinha (1943), Uma das Três Raparigas (1943), A Irmã do seu Criado (1943), Luz na Alma (1944), O Amor Triunfa (1944), A Dama do Comboio (1945), Por Causa Dele (1946), Serás Meu (1947), Por Seu Amor (1947), O Tirano da Cidade (1948) e A Rapariga da Casa Branca (1948) são outras obras onde participou, tendo abandonado o cinema em 1949, casado com o produtor/realizador Charles Henri David em 1950, e ido viver para uma quinta nos arredores de Paris, afastando-se assim da vida pública.
Posteriormente a essa data, nunca mais deu entrevistas, tendo contudo enviado uma carta em 1958 à imprensa, onde entre muitas coisas afirmava que nunca tinha sido feliz na indústria do cinema.

