
O grande prémio acabou por ir para o filme espanhol “Ander” de Roberto Cáston, que para além de Melhor Longa-Metragem de Ficção, arrecadou ainda o prémio de Melhor Actor para Josean Bengoetxea, num júri presidido pelo escritor Richard Zimler.
Dentro dos filmes em competição para longa-metragem em ficção, o júri atribuiu uma Menção Especial ao mexicano “Rabioso Sol, Rabioso Cielo” de Julián Hernández.
Quanto ao prémio de Melhor Actriz, foi para Mina Orfanou pela sua interpretação em “Strella: a Woman`s Way”, de Panos Koutras (Grécia).
Na competição para Melhor Documentário, o prémio foi para “Fig Trees” de John Greyson (Canadá), num júri presidido pelo psicólogo Nuno Nodin (Portugal). Foi também feita aqui uma Menção Especial ao documentário austríaco “Verliebt, Verzopft, Verwegen”, de Katharina Lampert e Cordula Thym.
O festival encerrou desta vez com nota mais positiva que em anos anteriores, com o esquizofrénico mas interessante (e carismático) “Were the World Mine”, de Tom Gustafson, ao qual se seguiu uma já tradicional festa no próprio cinema São Jorge. Para o ano haverá mais, com certeza.

