Morreu, aos 83 anos, o realizador, argumentista, professor, escritor e historiador José Luis Borau, um dos nomes mais respeitados na vizinha Espanha, onde chegou a ser presidente da Academia Espanhola de Cinema e da Sociedade Geral de Autores e Escritores.
Conhecido por filmes como “Tata mía”, “Furtivos”, “Hay que matar a B” e “Leo”, Borau faleceu hoje depois de uma longa luta contra um tumor na garganta.
Entre outros trabalhos de referir na sua vasta obra, destaque para a produção e construção do guião de fitas como ‘‘Un, dos, tres al escondite inglés’‘, de Iván Zulueta; ”Mi querida señorita’‘ (1972), de Jaime de Armiñán; ”Camada negra” (1977), de Manuel Gutiérrez Aragón;e o ”El mono sabio”, de Ray Rivas.

