A atriz Maria João Abreu, que sofreu um aneurisma cerebral a 30 de abril e estava internada desde então no Hospital Garcia de Orta, em Almada, faleceu hoje aos 57 anos, avança a SIC.
Com carreira no teatro, cinema e televisão, foi no pequeno ecrã que teve maior visibilidade, participado em mais de seis dezenas de produções.
Foi nos palcos que tudo começou, estreando-se aos 19 anos no Teatro Maria Matos, sob a direção de Armando Cortez no musical “Annie”, de Thomas Meehan.
Casada há vários anos com José Raposo, com quem fundou a produtora Toca dos Raposo, Maria João Abreu chegou à TV em 1988 no telefilme “Uma Bomba Chamada Etelvina“, mas destacou-se em projetos como “Médico de Família”, onde desempenhava Lucinda, uma empregada doméstica com sotaque nortenho, além das telenovelas “Jardins Proibidos“ e “A Senhora das Águas“.
Na 7ª arte, estreou-se em 1999 com “António um rapaz de Lisboa”, de Jorge Silva Melo, seguindo-se presenças, entre outros, em “A Falha”, de João Mário Grilo, “Lá Fora” de Fernando Lopes, “Call Girl”, de António-Pedro Vasconcelos, “Florbela” de Vicente Alves do Ó, “A Mãe é que Sabe”, de Nuno Rocha, e “Cartas da Guerra“, de Ivo M. Ferreira.
Atualmente estava a gravar telenovela “A Serra“, na SIC, e no grande ecrã poderá ser vista brevemente em “Submissão”, de Leonardo António.

